Psicodélico

Psicodelia

Psicodelia (no Brasil) ou psicadelia (em Portugal) é uma manifestação da mente que produz efeitos profundos sobre a experiência consciente. O termo "psicodelia" origina-se da composição das palavras gregas psiké (ψυχή - alma) e delos(δήλος - manifestação). A experiência psicodélica é caracterizada pela percepção de aspectos da mente anteriormente desconhecidos ou pela exuberância criativa livre de obstáculos.

Experiência psicodélica ou estado psicodélico é um conjunto de experiências estimuladas pela privação sensorial, bem como por substâncias psicodélicas (daí a associação com o efeito de algumas drogas/medicamentos). Essas experiências incluem alucinações, mudanças de percepção, sinestesia, estados alterados de consciência e psicose.

Casa das Maquinas!

Um rock 70 progressivo de MUITA qualidade!


Os primórdios da banda

A banda começou quando José Aroldo Binda (Aroldo) e Luiz Franco Thomaz (Netinho), dois ex-integrantes da banda Os Incríveis, juntaram-se a Carlos Roberto Piazzoli conhecido comoPisca , Carlos Geraldo Carge, ex-integrante da banda Som Beat, que tocava baixo e guitarra, e Pique, ex-integrante da banda de Roberto Carlos que tocava órgãopianosaxofone eflauta. No começo ficaram conhecidos como "os novos Íncríveis", fazendo shows por todo o Brasil. Seu repertório incluia músicas de Elvis PresleyPaul AnkaChubby CheckerNeil Sedaka, entre outros. Nas apresentações vestiam figurinos, se maquiavam e davam grandes performaces teatrais no palco. Em 1974 entraram em estúdio e gravaram seu primeiro LP, intitulado Casa das Máquinas.

Neste primeiro disco a banda seguiu um padrão mais hard rock, que lembrava muito o estilo dos Incríveis. Com a saída de Pique, logo depois da gravação desse disco, a vaga se abriu para um virtuoso tecladista da época, Mario Testoni Jr., que trouxe Marinho Thomaz (bateria), irmão de Netinho. Ambos deram um grande vigor para a banda na época (foram uma das primeiras bandas de rock a usar dois bateristas[carece de fontes]). Entraram em estúdio e gravaram Lar de Maravilhas em 1975, onde foi adotado um estilo mais progressivo. Nessa época Netinho conheceu um grande compositor, ainda menor de idade, chamado Catalau, que havia sido descoberto em 1976 por Pisca e Netinho. A primeira letra que fez foi "Rock que se cria". Compõs com a banda dois discos, Lar de Maravilhas (1975) e Casa de Rock (1976). No disco seguinte ocorreram algumas modificações na formação: Carlos Geraldo e Aroldo saíram e o grupo passou a procurar por um vocalista e um baixista. Foi a vez de Simbas assumir os vocais principais; ex-vocalista do Mountry, banda de bailes e shows da época, Simbas trouxe para o grupo sua voz e seu estilo andrógino no palco. Netinho ofereceu o convite para Simbas logo que chegou de uma viagem a Londres, indicado por Caramês (jornalista da revista POP); Simbas ainda teria tido outra oferta de ser vocalista da banda Tutti Frutti, de Rita Lee, porém optou pela proposta de Netinho e ingressou no Casa das Máquinas. Entraram em estúdio e gravaram Casa de Rock, sem baixista; Pisca fez as linhas de baixo e só depois foi convidado João Alberto para assumir o posto de baixista. Nessa mesma época o Casa conseguiu uma apresentação na TV Tupi, que não foi ao ar por causa da censura; Simbas teria vestido roupas chamativas e feito movimentos exóticos, e este teria sido o principal motivo. Mais tarde o vídeo estaria disponibilizado na internet. Agora seria a vez de Marinho Testoni deixar a banda; seu contrato acabou na época e ele recebeu uma boa proposta para integrar o grupo Pholhas. Seguindo o caminho a banda continuou sem tecladista fixo; Pisca, que era o gênio instrumental, tocava teclado em algumas musicas que não precisavam de guitarra, como "Vale verde" e "Mania de ser". Entraram em estúdio e gravaram o videoclipe da música "Casa de Rock" que continha um cenário com máquinas e andaimes, lembrando mesmo o nome da banda, e publicado mais tarde no Fantástico, da TV Globo.Quase no fim da carreira fizeram um show em Santos em 1978 que foi gravado em uma fita cassete e depois pirateado para CD, uma das últimas apresentações do grupo, que depois ficaria parado até dezembro de 2003.

[editar]O fim

Casa das Máquinas, enquanto grupo, acabou em 1978, não por um motivo específico, mas por uma conjunção de fatores. Alguns motivos que podem ter causado o fim da banda foram os seguintes:

  • O mercado fonográfico iniciava o processo de "profissionalização", fechando as portas para aqueles artistas que na época tinham propostas com qualidade, porém que tinham retorno a longo prazo.
  • disco music estava crescendo no Brasil, ocupando assim o espaço que antes eram terreno de bandas como o Casa das Máquinas.
  • ditadura militar, já em fase de agonia, fazia questão de incomodar ao máximo, e bandas como o Casa das Máquinas eram taxados como maconheiros ou bichas, ou arruaceiros, enfim, marginais. Daí utilizavam-se de pretextos para impedir a banda de se apresentarem na TV, principalmente na Rede Globo.[carece de fontes]
  • Finalmente, houve o episódio da morte de um cinegrafista da TV Record, depois de uma briga que envolveu alguns membros do grupo. Segundo uma das versões do ocorrido, Simbas, que chegara aos estúdios da Record para se apresentar no programa de Raul Gil em um veículo dirigido por seu irmão, preferiu utilizar-se do portão dos fundos, em vez de entrar pela frente, onde estariam fãs. Enquanto Simbas descarregava seus equipamentos, um motorista de ônibus que encontrou o caminho da saída bloqueado teria começado uma briga, e ao retornar e tentar apartar foi impedido por um câmera da Record, com quem acabou trocando chutes e socos; posteriormente o câmera teria sido internado em um hospital e acabaria falecendo devido a uma perfuração causada por uma fratura de costela. Simbas teve de responder judicialmente, e, apesar de absolvido por homicídio, foi condenado por agressão.[carece de fontes]

Quando a banda acabou os integrantes tomaram os seguintes rumos: Simbas e Marinho Thomaz receberam o convite de Luiz Carlini para fazerem parte do Tutti Frutti, João Alberto seguiu Marinho Testoni para participar do Pholhas, Pisca permaneceu trabalhando como compositor e arranjador para outros nomes da música brasileira e Netinho retomou em sua antiga banda,Os Incríveis.

[editar]A volta

A possibilidade do retorno da banda havia sido estudada há tempos, em dezembro de 2003Netinho remontou a banda para uma apresentação única em Matão, interior de São Paulo, e a resposta do publico foi melhor que a banda esperava. Nessa formação contaram com Netinho, Marinho Testoni e Marinho Thomaz, e foram chamados Nando Fernandes vocais, Andria Busic (Dr. Sin)no baixo e Sandro Haick na guitarra.

O retorno concretizou-se no final de 2007. A banda prepara um novo álbum para 2008, trinta anos após seu antecessor. Além de canções inéditas dando sequência à carreira, contará com algumas regravações em novos arranjos.

Em janeiro de 2008 foram convidados para tocarem no Festival Psicodália de Carnaval, na Serra do Tabuleiro, em Santa Catarina, com um público de 3000 pessoas e um repertório totalmente inédito. A formação que se apresentou festival em 3 de fevereiro de 2008 contou com Netinho seu irmão Marinho Thomaz, Marinho Testoni, Andria Busic e Faíska

[editar]Integrantes

[editar]Formação atual

[editar]Ex-integrantes

[editar]Discografia

[editar]Videografia


Fonte: Wikipédia!

Pato voa sim!!


O pato (conhecido em Portugal como pato-mudo) é uma ave que pertence a família Anseridae na qual estão inseridas as sub-famíliasDendrocygninae, Anatinae, Merginae ou Oxyurinae originária da América do Sul.
São aves geralmente menores que os anserídeos (gansos e cisnes) e podem ser encontrados tanto em água doce como salgada. Os patos alimentam-se de vegetação aquática, moluscos e pequenos invertebrados e algumas espécies são aves migradoras.
Os machos se diferenciam das fêmeas principalmente pela diferença dos sons emitidos pelos animais (o macho emite um som que se assemelha a de um assopro, enquanto a fêmea emite um som semelhante a algo como [fi'fi]) e por possuirem carúnculas ("verrugas vermelhas") na cabeça e ao redor dos olhos. Os patos são utilizados pelo homem na alimentação, vestuário (as penas) e de entretenimento (caça).
Algumas pessoas caçam essas espécies(selvagens), fazendo com que a cada dia, se tornem menos numerosas, correndo risco de extinção, exceto as especies criadas para corte (abate).
O pato é um dos poucos animais da natureza que anda, nada e voa com razoável competência. É o único animal que consegue dormir com metade do cérebro e manter a outra em alerta. É dotado de perfeito senso de direção e comunidade.[1]

Viva Revolução!

Impressão offset

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

MAN Roland press

impressão offset (no Brasil chamado também de ofset) é um processo planográfico cuja essência consiste em repulsão entre água e gordura (tinta gordurosa). O nome off-set - fora do lugar - vem do fato da impressão ser indireta, ou seja, a tinta passa por um cilindro intermediário, antes de atingir a superfície. Este método tornou-se principal na impressão de grandes tiragens (a partir de 1.000); para menores volumes, porém, sua utilização não compensa, já que o custo inicial da produção torna-a proibitiva.

Índice

 [esconder]

[editar]O Processo

[editar]Gravação da chapa

Uma chapa metálica é preparada de forma a se tornar foto-sensível. As áreas que são protegidas da luz tornam-se, após uma reação quimica, lipófilas, atraindo gordura (Grafismo), enquanto que as demais regiões se mantêm hidrófilas, atraindo água (contra-Grafismo). A cópia de chapa pode ser de forma analógica (CtF - Computer to Film) ou digital (CtP - Computer to Plate).

No CtF um arquivo gerado no computador é transferido para um filme especial através de uma imagesetter, esse filme é fixado a chapa que por sua vez é exposta a luz.

No CtP a confecção do filme não é necessária, o arquivo produzido é "gravado" diretamente na chapa através de laser em uma platesetter.

[editar]Montagem

A chapa, que é flexível, é montada na impressora offset em um cilindro. Cada chapa é usada para transferir uma cor.

Para impressos em várias cores é necessário o uso de várias chapas, uma para cada cor (basicamente 4 cores, CMYK Cyan / Magenta / Amarelo / Preto, que proporcionam a mistura por pontos) só sendo necessário o uso de mais chapas para cores especiais. Como o prata, o ouro e cores Pantone. . A impressora precisa também estar preparada para imprimir em série o numero de cores necessário. Isto é importante para manter o registro entre as diferentes tintas.

[editar]Impressão

Tanto nas impressoras rotativas, onde o papel entra em bobina, como nas impressoras planas, que usam o papel já cortado, o sistema funciona de maneira rotativa. Uma série de cilindros conduzem tanto a tinta quanto o papel.

A impressão é feita de forma indireta, o cilindro onde a matriz foi montada é mantido úmido por cilindros umidificadores. A tinta também é transferida para este cilindro, como ela é de base gordurosa ela se concentra nas áreas lipófilas e é ao mesmo tempo repelida pela água que se concentrou nas áreas hidrófilas do cilindro.

A tinta então é transferida para um cilindro de borracha, chamado de blanqueta (ou "cauchú"), que serve de intermediário para a impressão. Ele ajuda a manter o papel seco e ao mesmo tempo melhora a sobre-vida da matriz.

[editar]Produção da chapa

As chapas de offset, como dito acima, primeiramente são tratadas de forma que se tornam foto-sensíveis. Após este passo elas são expostas de várias formas diferentes à luz e reveladas.

[editar]Fotogravura ou CTF

Computer to film - A chapa é exposta, através de um fotolito, a uma luz por um determinado tempo. Este processo é similar ao da ampliação de fotografias e está submetido às mesmas limitações. O tempo de exposição precisa ser medido com precisão para não super-expor ou sub-expor a imagem, comprometendo o resultado final.

Este processo normalmente não inverte a imagem, como na fotografia, ou seja as partes que são expostas a luz se tornam hidrófilas e durante a produção não acumulam tinta. Porém dependendo da cor da tinta e do material impresso é possível que seja necessário um fotolito negativo.

[editar]CTP

CTP (Computer-to-Plate) é o processo de produção das chapas usadas na impressão offset. A chapa é gravada através de laser, que é controlado por um computador, de forma similar às impressoras laser. Isto permite que a chapa seja gerada diretamente de um arquivo digital, sem a necessidade da produção de um fotolito intermediário. Este processo também garante o aumento da qualidade final da imagem gravada. Isso deixa a imagem perfeita. Existem métodos de gravação de chapas mais avançados, como o processo de gravação através de UV (Ultra Violeta), dispensando assim o laser.

[editar]= Direct-to-Press

É um sistema de gravação da matriz offset na qual a "chapa" é gravada diretamente na impressora, sistema desenvolvido pela alemã Heidelberg, e atualmente utilizado por varia outras empresas. A matriz é gravada a Laser, e o sistema usado na impressora é o sistema waterless (impressão sem uso de solução de molha - água).

[editar]Exemplos de máquinas OffSet

[editar]Offset de mesa, marca Ricoh 1010

Impressora offset vista lateralmente * 1 - tinteiro, onde é colocada a tinta para offset * 2 - Rolo conhecido como "bailarino" * 3 - Local onde fica a água para a molha * 4 - saída do papel * 5 - entrada do papel (bandeja de alimentação) NOTA: a mesa envergada mostra que apesar de ser uma impressora de mesa pelo seu reduzido tamanho, ela é bastante pesada, sendo necessário duas pessoas para carregá-la.
Offset de mesa vista pela saída* 6 - Blanqueta. É um rolo com um emborrachado que recebe a imagem com tinta da chapa e transmite ao papel. * 7 - Água para a molha.
Offset de mesa vista pela entrada * 9 - Rolo onde se coloca a chapa.


[editar]Ligações externas

http://www.heidelberg.com


[editar]Sistemas de impressão offset

Existe divisão nos sistemas de impressão offset por alguns meios:

- Pela forma de entrada do substrato (papel):

 -> Impressora plana: o substrato entra na forma de folhas de papel, previamente cortadas, a maquina utiliza um sistema de sopra, para "desfolhar" o papel, e um sistema de correias e pinças para transportar o papel até o cilindro de contra-pressão. Esse sistema permite a impressão de formatos desde a folha inteira (660mm x 960mm) até formatos menores, como o duplo-oficio (315mm x 420mm) ou o famoso formato A4 (210mm x 297mm).  -> Impressora rotativa: o substrato entra em forma de bobina, e conforme conforme o uso a ser dado pode sair em forma de bobina, folha ou caderno. E usa um sistema de secagem por calor para acelerar a secagem da tinta. É um sistema muito utilizado para a impressão de jornais ou impressos de média tiragem. 

- Pela disposição das Unidades (castelos) de impressão:

 -> Impressora linear: os "castelos" de impressão estão dispostos de forma linear, o que permite o uso de unidades "reversoras" que permitem a impressão de ambos os lados do substrato.  -> Impressora planetária: este sistema usa um único cilindro de contra-pressão e os castelos são dispostos ao redor dele, em angulos.  -> impressora de "dupla-face": imprime os dois lados do substrato ao mesmo tempo, permitindo uma impressão mais rápida. É comumente usada em impressoras rotativas, pois o sistema de tração do papel permite tal impressão. 

- Pelo sistema de molha:

 -> Sistema com molha convencional: usa uma solução de molha composta em maior quantidade de água, e uma parte de solução de molha.  -> Sistema de molha Alcoólica: usa uma mistura de água e álcool isopropilico, proporcionando maior qualidade de impressão.  -> Sistema Waterless: Não faz uso de molhagem, sendo necessário um sistema de refrigeração, pois a "água" que serve para refrigerar tambem a chapa, não está presente.

 
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