Turnê do Faith No More deve passar pelo Brasil


O recém-reunido Faith No More deve incluir o Brasil em sua nova turnê. Quem sugeriu a ideia (via Twitter) foi o próprio baixista da banda californiana, Bill Gould. Além do Brasil, estariam no itinerário dos caras União Europeia, Estados Unidos e Austrália.

Desde que os integrantes do Faith No More resolveram se juntar novamente, eles têm feito sua comunicação com os fãs sem intermediários. Sua principal arma é o Twitter, como o próprio Gould comenta em um de seus microposts: "Uau, esse grupo de Twitter está crescendo rápido, heim? Eu não entendi a ideia a princípio, mas estou começando a sacar que é um grande meio de comunicação". Tão grande que ele até lançou um concurso informal para os fãs escolherem o nome da nova turnê. 

O Faith No More foi uma das bandas mais influentes dos anos 90 e se separou debaixo de uma chuva de rumores. Dizia-se pela mídia e pela internet que o vocalista Mike Patton havia saído do grupo para se dedicar a projetos solo e a banda insistia em negar. Até que em 19 de abril de 1998, Gould começou a espalhar por todos os ventos um comunicado que dizia que "O Faith No More decidira encerrar a boataria de seu fim iminente... Terminando a banda". Na onda de negar, Patton aproveitou o ano de 2008 para dizer que "duvidava muito" que o grupo voltaria a se reunir um dia. Bom, não demorou nem um ano para a volta. Agora, a pergunta que não quer calar: no meio de tanto diz-que-me-diz, será que dá pra acreditar que o Faith No More vem mesmo ao Brasil?

Texto retirado do site !ObaOba
Que venham a Brasília!

É tudo culpa do heavy metal

É tudo culpa do heavy metal

Ya No Sé Que Hacer Conmigo - Cuarteto de Nos

Acredito que o melhor clipe que já vi!


Pastor metaleiro troca o Iron Maiden pela palavra de Cristo

O mundo está perdido............ 

Fanático pela banda até 2005, Marcos Motolo tem o corpo inteiro tatuado.

Convertido após uma 'visão', ele diz agora que é capaz de fazer milagres.


O autoproclamado fã número 1 do Iron Maiden mora em um sobrado humilde no bairro de Itaquera, zona leste de São Paulo. Fanático pelos metaleiros desde a década de 1980, Marcos Motolo, 36, diz ter feito 172 tatuagens da banda por todo o corpo e, como se o feito não bastasse para provar sua devoção, ainda registrou o filho de dez anos como Steve Harris em homenagem ao lendário baixista do grupo. Mas, da turnê recente do Maiden pelo país - que se encerra nesta terça com um show em Recife -, Motolo conta que não conseguiu ver nenhum show. Estava ocupado demais pregando a palavra de Cristo como pastor evangélico. 

Personagem do documentário "Flight 666", filme oficial da banda britânica de heavy metal que tem estreia nos cinemas prevista para o mês que vem, o pastor metaleiro não renega o seu passado. Em vez disso, tem usado sua história pessoal para "semear no deserto", ou ainda, "levar a palavra de Deus às pessoas que não estão preocupadas com isso".

 

 

Editoria de arte G1/G1

 Editoria de arte G1

Em um culto evangélico realizado há dez dias, em Suzano, município da Grande São Paulo, vestindo um terno preto que cobria algumas mas não todas as tatuagens, Motolo intercalava com desenvoltura versículos da Bíblia com a promoção de sua participação no documentário internacional. "Será a primeira vez que a palavra de Cristo vai chegar a países como a China ou a Rússia", prometia entre "glórias" e "aleluias" aos fiéis, muitos dos quais provavelmente jamais haviam ouvido falar de Iron Maiden - muito menos da temática demoníaca de muitas das letras da banda. 

Convertido há apenas quatro anos, Motolo não vê problemas na mistura do sagrado e do profano. "O interessante é você saber diferenciar cultura de religião. Se a pessoa é evangélica e toca numa banda de rock, ela não precisa parar de tocar. Mesmo que [a banda] fale de Satã. Aquilo é a profissão dela, lá ela é empregada", defendeu o pastor e missionário - termo usado àqueles que não pregam apenas em uma única igreja - em entrevista ao G1 pouco antes do início da pregação.

 

"Se a pessoa souber curtir o heavy metal ou qualquer coisa, pode ser até funk ou futebol, sem se envolver em coisas que destruam sua saúde, é bom. Os caras do Iron Maiden, por exemplo, são inteligentes. Eles tocam heavy metal, mas quando o show acaba, eles vão tomar um Gatorade ou um suco. É por isso que estão vivos até hoje. Já o Nirvana fez dois anos de sucesso e o vocalista se matou. Por quê? Porque ele não soube diferenciar a vida particular dele da vida em cima do palco", teoriza. 

 

White metal

À primeira vista pode parecer estranho, mas a aproximação entre o rock pesado e os movimentos cristãos não é novidade. Não fosse pelas letras de louvor a Jesus, a banda australiana de white metal Mortification poderia ser facilmente confundida com o Sepultura. No Brasil, há bandas de rock evangélicas como a Oficina G3 e uma igreja dedicada especialmente a acolher tatuados, roqueiros e surfistas convertidos, a Bola de Neve Church. Até o performático Alice Cooper, um dos pioneiros em levar o horror aos palcos, investiu recentemente parte de seu dinheiro na construção de um centro cristão de reabilitação de jovens na cidade de Phoenix, no Arizona. 

"A maldição só existe quando você acredita nela", defende Motolo, que entre as marcas no corpo tem inscrições de 666 - "o número da Besta" -, diversas versões do monstro Eddie, o mascote do Iron Maiden, e algumas imagens de guerra e mutilação que fariam arrepiar os cabelos de fiéis mais ortodoxos. "Eu não acredito que nada que eu tenha venha me prejudicar de alguma forma. A Bíblia fala que nenhuma condenação existe quando a pessoa encontra Cristo. Por isso que você vê muito ex-matador, ex-traficante ou ex-roqueiro que vira pastor. Semana retrasada um grande líder dos Carecas do Subúrbio [tradicional gangue paulista de neonazistas] voltou para a igreja", afirma. 

 

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Detalhe da capa do disco 'The number of the beast', exemplo do flerte com a temática satânica do Iron Maiden (Foto: Reprodução)

No princípio era o rock

Filho de pais religiosos, o pastor diz que nunca havia lido os evangelhos até a sua conversão, em 2005. Como boa parte dos adolescentes brasileiros apaixonados por música nos anos 80, sua bíblia sagrada de então era a revista "Bizz". Foi lá que leu pela primeira vez nomes como Beatles, Raul Seixas, Blitz, RPM e, claro, Iron Maiden. "Eu era criança, mas acabava enrolando meus pais. A 'Bizz' sempre tinha umas coisas mais leves na capa, mas atrás tinha uma página de venda de camisetas com vários desenhos do Iron Maiden, que me chamavam muita atenção. Para mim, o mais bonito era de um single chamado 'Aces high'. Na frente, tinha o Eddie pilotando um avião todo baleado, dilacerado, e atrás estavam outros Eddies, riscados, que já tinham morrido naquele combate", lembra. 

Depois de ler uma entrevista publicada em 1982, Motolo ficou fissurado pela banda. Passou a gastar toda a mesada comprando os discos em vinil do grupo, que ouvia em uma vitrola portátil. "Eu 'tocava' as músicas do Iron Maiden. Pegava o cabo da vassoura e começava a agitar. Hoje o pessoal faz air guitar, eu tocava guitarra com vassoura!", diverte-se. 

Pouco depois, fundou um fã-clube chamado Piece of Maiden, que reunia outros fanáticos pela “donzela de ferro” – um dos apelidos pelo qual o Iron Maiden é conhecido. “Ele era completamente alucinado pela banda, uma coisa meio patológica até”, recorda Fernando de Sousa Pinto, ex-editor da revista “Rock Brigade”, uma das primeiras a publicar uma reportagem sobre Motolo. “Também fui fã desde a adolescência, mas nunca imaginei fazer nem 10% do que ele fazia pela banda.” 

A idolatria incluía até leituras "satânicas", sempre à procura das referências citadas nas músicas do Maiden, do bruxo Aleister Crowley às obras do escritor de horror HP Lovecraft. "Eu entrava em cemitério de noite, via filme de terror, subia na caixa d'água da escola para ver o Sol nascer. Tudo o que era proibido agradava. Mas eram peraltices que não eram agressivas. Eu preferia entrar no cemitério ou subir em caixa d'água do que colocar uma arma na cintura e sair por aí matando. A gente não agredia ninguém. Se viesse a ter algum mal, seria contra nós mesmos", justifica. 

 

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Gravada no peito, a primeira tatuagem foi inspirada na capa do disco 'Piece of mind', de 1983, o favorito do pastor metaleiro. 'Quando mexo o corpo, o Eddie tenta se libertar das correntes', explica. (Foto: Reprodução/G1)

Pele à venda

A primeira tatuagem - o Eddie do disco "Piece of mind", gravado no peito - foi feita em 1999 e, dali em diante, relata Motolo, foram seis anos de sessões diárias até chegar às 172 que diz ter feito no total. A contagem, no entanto, obedece a um método peculiar: cada letra ou objeto diferente riscado no corpo ele considera uma tatuagem. 

Motolo conta ainda que chegou a ser contatado por um membro da Yakuza, interessado em comprar a sua pele tatuada por algumas dezenas de milhões dólares. Relatos sobre o mercado de compra e venda de pele ligados à máfia japonesa não são inéditos, mas geralmente são difíceis de se comprovar. 

“A gente ouve falar disso, mas estamos falando de máfia. Não acho que ela vá dar o dinheiro e esperar que a pessoa seja metralhada ou encontrada morta e leve o dinheiro deles embora”, opina Roger Vieira, tatuador de São Miguel Paulista que fez a primeira tatuagem em Motolo. “Às vezes aparecem aproveitadores, mas, nos 25 anos em que eu venho trabalhando com tatuagem, nunca conheci ninguém que tenha vendido a pele.” 

O pastor, no entanto, sustenta sua versão e diz que estava prestes a fechar o negócio, quando teve a visão que mudaria sua vida para sempre. 

"No dia 10 de abril de 2005, eu estava deitado na minha casa, muito preocupado porque eu ia fazer a última tatuagem. Ia tomar uma anestesia e ficar 48 horas desacordado para tatuar embaixo das unhas. De madrugada me faltou sono, e eu tive uma visão em que um homem de fogo apareceu e falou para mim que eu não teria nem fama nem dinheiro, mas que, a partir daquele dia, ele ia me levar para os quatro cantos da Terra e, onde eu colocasse meus pés, as pessoas seriam transformadas pelo poder de Deus", conta."E aconteceu. Desde então, dois mortos com óbito já ressuscitaram, um câncer de 9 cm sumiu de dentro do ventre de uma moça, paralítico anda, cego vê, mudo fala e escuta através do poder da palavra de Deus." 

 

172 – 8 = 164

Convidado pela irmã, também evangélica, para dar seu testemunho na igreja, Motolo se converteu. "Eu nunca tinha lido a Bíblia na minha vida. A partir daquele momento a Bíblia inteira apareceu na minha mente. Eu não leio a Bíblia, nunca li. Eu abro a Bíblia e Deus me revela o que aconteceu na vida de qualquer pessoa ali dentro." 

 

 

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A pele do pastor inclui diversas versões do monstro Eddie, o mascote do Iron Maiden, e até inscrições do número 666. Segundo Motolo, oito delas desapareceram 'por milagre' (Foto: Reprodução/G1)

Mas a lista de milagres que Motolo diz ter experimentado não para por aí. Na mesma profética visão de abril de 2005, o pastor diz ter ouvido de Deus que “seria imortal na Terra até que todas as tatuagens desaparecessem”. “E, por milagre, oito tatuagens já se apagaram do meu corpo. Agora tenho 164”, afirma. 

Nesse ritmo, vai viver até quando, pergunta a reportagem? "Com Deus é um mistério. Pode desaparecer tudo num só dia ou pode demorar um pouco mais. Mas elas estão sumindo gradualmente, devagarinho...", insiste. 

Desconfiado, o tatuador de Motolo volta a ponderar. “Ele voltou aqui depois que virou pastor. Eu não vi nada apagando, mas se for mal feita, em cinco anos, começa a desparecer uma boa parte mesmo.” 

 

Prova de fé

Ceticismo não é uma novidade na vida do pastor metaleiro. Mesmo entre a comunidade evangélica, ele diz que muitas vezes enfrenta resistência. "Até hoje, de alguma forma, as pessoas me olham com um olho aberto e outro fechado. O pastor Marcos Motolo aceitou Jesus de verdade? Por que ele participa do filme do Iron Maiden? Por que ele dá entrevista sem camisa e mostra as tatuagens? Algumas pessoas talvez não teriam coragem de deixar um novo convertido pregar em grandes conferências. Ficam com medo de acontecer alguma coisa, de eu voltar atrás e de o ministério deles ser envergonhado", reconhece. 

 

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Depois de sua conversão, Motolo diz que é capaz de realizar milagres de cura (Foto: Reprodução/G1)

A também envangélica Ana Paula Mota, 37, que descreve Motolo como uma pessoa “sincera” e “tranquila”, crê intensamente na conversão do noivo. Segundo ela, nem os discos de heavy metal fazem mais parte da rotina do ex-maidenmaníaco. “A imagem do Iron Maiden ficou na vida dele por conta de tudo o que ele vivenciou e das tatuagens. São marcas que ficaram e que mostram a modificação do que ele era e do que é agora”, atesta a noiva. “Foi um verdadeiro milagre da parte do Senhor.” 

Fonte : Portal G1


Pq recomendo Juliette and The Licks ...

Assista 1 video apenas!








John Lennon - Across the universe


Vai uma dica aos poloneses do brasil!

Já comentei sobre uma banda que tem um vocalista com uma voz que lembra a voz da Cássia Eller. A questão é de tanto escutar fiquei com vontade de ir a um show deles! Vou postar aqui um vídeo da música "Aos poloneses do Brasil" e uma versão ao vivo de “Trégua”. Ah.. tem todas as músicas 0800 no site da banda. www.lixoextraordinario.com.br



Casa das Maquinas!

Alguns videos!
Vou morar no AR!





Casa de ROck!

Casa das Maquinas!

Um rock 70 progressivo de MUITA qualidade!


Os primórdios da banda

A banda começou quando José Aroldo Binda (Aroldo) e Luiz Franco Thomaz (Netinho), dois ex-integrantes da banda Os Incríveis, juntaram-se a Carlos Roberto Piazzoli conhecido comoPisca , Carlos Geraldo Carge, ex-integrante da banda Som Beat, que tocava baixo e guitarra, e Pique, ex-integrante da banda de Roberto Carlos que tocava órgãopianosaxofone eflauta. No começo ficaram conhecidos como "os novos Íncríveis", fazendo shows por todo o Brasil. Seu repertório incluia músicas de Elvis PresleyPaul AnkaChubby CheckerNeil Sedaka, entre outros. Nas apresentações vestiam figurinos, se maquiavam e davam grandes performaces teatrais no palco. Em 1974 entraram em estúdio e gravaram seu primeiro LP, intitulado Casa das Máquinas.

Neste primeiro disco a banda seguiu um padrão mais hard rock, que lembrava muito o estilo dos Incríveis. Com a saída de Pique, logo depois da gravação desse disco, a vaga se abriu para um virtuoso tecladista da época, Mario Testoni Jr., que trouxe Marinho Thomaz (bateria), irmão de Netinho. Ambos deram um grande vigor para a banda na época (foram uma das primeiras bandas de rock a usar dois bateristas[carece de fontes]). Entraram em estúdio e gravaram Lar de Maravilhas em 1975, onde foi adotado um estilo mais progressivo. Nessa época Netinho conheceu um grande compositor, ainda menor de idade, chamado Catalau, que havia sido descoberto em 1976 por Pisca e Netinho. A primeira letra que fez foi "Rock que se cria". Compõs com a banda dois discos, Lar de Maravilhas (1975) e Casa de Rock (1976). No disco seguinte ocorreram algumas modificações na formação: Carlos Geraldo e Aroldo saíram e o grupo passou a procurar por um vocalista e um baixista. Foi a vez de Simbas assumir os vocais principais; ex-vocalista do Mountry, banda de bailes e shows da época, Simbas trouxe para o grupo sua voz e seu estilo andrógino no palco. Netinho ofereceu o convite para Simbas logo que chegou de uma viagem a Londres, indicado por Caramês (jornalista da revista POP); Simbas ainda teria tido outra oferta de ser vocalista da banda Tutti Frutti, de Rita Lee, porém optou pela proposta de Netinho e ingressou no Casa das Máquinas. Entraram em estúdio e gravaram Casa de Rock, sem baixista; Pisca fez as linhas de baixo e só depois foi convidado João Alberto para assumir o posto de baixista. Nessa mesma época o Casa conseguiu uma apresentação na TV Tupi, que não foi ao ar por causa da censura; Simbas teria vestido roupas chamativas e feito movimentos exóticos, e este teria sido o principal motivo. Mais tarde o vídeo estaria disponibilizado na internet. Agora seria a vez de Marinho Testoni deixar a banda; seu contrato acabou na época e ele recebeu uma boa proposta para integrar o grupo Pholhas. Seguindo o caminho a banda continuou sem tecladista fixo; Pisca, que era o gênio instrumental, tocava teclado em algumas musicas que não precisavam de guitarra, como "Vale verde" e "Mania de ser". Entraram em estúdio e gravaram o videoclipe da música "Casa de Rock" que continha um cenário com máquinas e andaimes, lembrando mesmo o nome da banda, e publicado mais tarde no Fantástico, da TV Globo.Quase no fim da carreira fizeram um show em Santos em 1978 que foi gravado em uma fita cassete e depois pirateado para CD, uma das últimas apresentações do grupo, que depois ficaria parado até dezembro de 2003.

[editar]O fim

Casa das Máquinas, enquanto grupo, acabou em 1978, não por um motivo específico, mas por uma conjunção de fatores. Alguns motivos que podem ter causado o fim da banda foram os seguintes:

  • O mercado fonográfico iniciava o processo de "profissionalização", fechando as portas para aqueles artistas que na época tinham propostas com qualidade, porém que tinham retorno a longo prazo.
  • disco music estava crescendo no Brasil, ocupando assim o espaço que antes eram terreno de bandas como o Casa das Máquinas.
  • ditadura militar, já em fase de agonia, fazia questão de incomodar ao máximo, e bandas como o Casa das Máquinas eram taxados como maconheiros ou bichas, ou arruaceiros, enfim, marginais. Daí utilizavam-se de pretextos para impedir a banda de se apresentarem na TV, principalmente na Rede Globo.[carece de fontes]
  • Finalmente, houve o episódio da morte de um cinegrafista da TV Record, depois de uma briga que envolveu alguns membros do grupo. Segundo uma das versões do ocorrido, Simbas, que chegara aos estúdios da Record para se apresentar no programa de Raul Gil em um veículo dirigido por seu irmão, preferiu utilizar-se do portão dos fundos, em vez de entrar pela frente, onde estariam fãs. Enquanto Simbas descarregava seus equipamentos, um motorista de ônibus que encontrou o caminho da saída bloqueado teria começado uma briga, e ao retornar e tentar apartar foi impedido por um câmera da Record, com quem acabou trocando chutes e socos; posteriormente o câmera teria sido internado em um hospital e acabaria falecendo devido a uma perfuração causada por uma fratura de costela. Simbas teve de responder judicialmente, e, apesar de absolvido por homicídio, foi condenado por agressão.[carece de fontes]

Quando a banda acabou os integrantes tomaram os seguintes rumos: Simbas e Marinho Thomaz receberam o convite de Luiz Carlini para fazerem parte do Tutti Frutti, João Alberto seguiu Marinho Testoni para participar do Pholhas, Pisca permaneceu trabalhando como compositor e arranjador para outros nomes da música brasileira e Netinho retomou em sua antiga banda,Os Incríveis.

[editar]A volta

A possibilidade do retorno da banda havia sido estudada há tempos, em dezembro de 2003Netinho remontou a banda para uma apresentação única em Matão, interior de São Paulo, e a resposta do publico foi melhor que a banda esperava. Nessa formação contaram com Netinho, Marinho Testoni e Marinho Thomaz, e foram chamados Nando Fernandes vocais, Andria Busic (Dr. Sin)no baixo e Sandro Haick na guitarra.

O retorno concretizou-se no final de 2007. A banda prepara um novo álbum para 2008, trinta anos após seu antecessor. Além de canções inéditas dando sequência à carreira, contará com algumas regravações em novos arranjos.

Em janeiro de 2008 foram convidados para tocarem no Festival Psicodália de Carnaval, na Serra do Tabuleiro, em Santa Catarina, com um público de 3000 pessoas e um repertório totalmente inédito. A formação que se apresentou festival em 3 de fevereiro de 2008 contou com Netinho seu irmão Marinho Thomaz, Marinho Testoni, Andria Busic e Faíska

[editar]Integrantes

[editar]Formação atual

[editar]Ex-integrantes

[editar]Discografia

[editar]Videografia


Fonte: Wikipédia!

 
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